A era JK

Um documentário raríssimo da gestão Juscelino Kubitschek de Oliveira com um comparativo paralelo aos acontecimentos nacionais. A música do momento, a publicidade, a arte, Brasília. Tudo em sintonia com o sonho de fazer 50 anos em 5 anos!

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O governo de Getúlio Vargas

O governo na Era Vargas adotou medidas controladoras, ditatoriais e paternalistas, mas também contou com aspectos modernos na industrialização do país e na inovação das políticas trabalhistas com a criação da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

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Getúlio Vargas governou o Brasil por quase duas décadas

 

Durante o governo de Getúlio Vargas, ocorreram diversas transformações nacionais: a industrialização progrediu de forma substancial, as cidades cresceram, o Estado se tornou forte, interferiu na economia e foi instaurada uma nova relação com os trabalhadores urbanos. Enquanto permaneceu no poder, Vargas foi chefe de um governo provisório (1930-1934), presidente eleito pelo voto indireto (1934-1937) e ditador (1937-1945).

Ao tomar posse em 1930, Getúlio Vargas discursou que o seu governo era provisório, mas tão logo começou a governar, tomou uma série de medidas que fortificaram o seu poder. Dissociou todos os segmentos que compunham o poder legislativo, assim exerceu o poder legislativo e o executivo simultaneamente. Vargas suprimiu a constituição estabelecida, exonerou os governadores e, para substituí-los, nomeou interventores de sua confiança. Vários deles eram militares ligados ao tenentismo.

Os tenentes no papel de interventores substituíram os presidentes de estados exonerados e cumpriram a tarefa de neutralizar as possíveis resistências dos velhos poderes locais ao novo governo, a fim de consolidar a revolução. A Era Vargas contou com uma política intervencionista ferrenha, através disso o poder público contemplou outros interesses sociais, superando a visão arcaica que a oligarquia tinha das funções do Estado.

A Era Vargas foi um período de modernização da Nação brasileira, mas também foi um período conturbado pela:

  • Revolução Constitucionalista de 1932.
  • Constituição de 1934.
  • Criação da Ação Integralista Brasileira (AIB) e Aliança Nacional Libertadora (ANL).
  • Política econômica e administrativa do Estado Novo.
  • Política paternalista varguista.
  • Transformação social e política trabalhista com a criação da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).
  • Criação do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), órgão responsável pela censura do período.
  • Constituição de 1937.
  • Consequência da Segunda Guerra Mundial.
  • Decadência do Estado Novo.
  • Ascensão e crise do Segundo Governo de Vargas (1950 – 1954).

Getúlio Vargas governou o Brasil por quase vinte anos. Chegou ao poder através da Revolução de 1930, abrindo um período de modernidade voltada para os aspectos políticos, econômicos e sociais brasileiros, até então nunca trabalhados. O forte espírito nacionalista de Vargas fez com ele fosse considerado o mais importante e influente nome da política brasileira do século XX.

 

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O sucesso da Rádio Nacional

  Nas décadas de 1940 e 1950, o rádio e o cinema se popularizaram, tornando-se os principais meios de informação, de divertimento e de difusão cultural no Brasil. A Rádio Nacional, com sede no Rio de Janeiro, tornou-se líder absoluta de audiência. Fundada por Vargas e m março de 1940, tratava-se de uma empresa estatal que tinha ampla liberdade de atuação.

  Com um projeto ambicioso, chegou a ter sete estúdios e um amplo auditório. A programação era sofisticada e muito criativa. Em 1941, surgiu o programa “Repórter Esso”, que representou uma inovação no jornalismo brasileiro. Eram apresentados vários programas humorísticos, e muitas novelas.

  Em 1942, com potentes antenas, suas transmissões em ondas curtas alcançavam os EUA, a Europa e a Ásia, em quatro línguas. No Rio de Janeiro, os índices de audiência alcançaram 50%.

  A Rádio Nacional chegou a ter 96 cantoras e cantores com contrato de exclusividade. O sucesso era tanto que surgiram os fãs-clubes dos artistas, conhecidos pelas rivalidades mútuas, como a famosa rixa entre as cantoras Marlene e Emilinha Borba. Nos anos de 1960, novelas, noticiários, musicais, programas de auditório e disputas entre calouros criados pela Rádio Nacional foram também levados para televisão.

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Emilinha Borba e Marlene, rainhas do Rádio.

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O Terceiro Mundo: América Latina

  Alguns países latino-americanos saíram da Segunda Guerra Mundial com suas economias fortalecidas, no entanto, estavam insatisfeitos com a dependência de seus países em relação aos EUA e a Europa ocidental, além de haver a preocupação com as desigualdades sociais na população.Como solução, as elites julgavam necessário superar a economia baseada na exportação agrícola e formular um projeto de desenvolvimento baseado na industrialização.

ENTRE REVOLUÇÕES E DITADURAS

Alguns governantes que marcaram a história na América Latina:

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-Lázaro Cárdenas 

Governou no México na década de 1930.Inaugurou muitas políticas desenvolvimentistas latino-americanas, contudo essas políticas trouxeram problemas sociais, como a dos operários de baixo salário e dos camponeses de explorados pelo latifundiários.

 

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– Salvador Allende

Governou no Chile, candidato da Unidade Popular, tinha como objetivos  alcançar o socialismo por meios democráticos.Os resultados eram positivos mas contrariavam os interesses dos partidos da direita, pois as iniciativas de Allende não promoviam o capitalismo, seu programa de governo fortemente intervencionista na economia era criticado pelos defensores do liberalismo. Com isso, várias medidas foram tomadas para “atrapalhar” o governo de Allende.

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-Juan Domingos Péron

Com a posse de Péron a Argentina ficou dividida em peronistas e antiperonistas. Mais tarde com um golpe militar e a deposição de Péron o resultado foi uma forte desestabilização política agravada por sucessivas crises econômicas. Péron volta ao poder trazendo melhorias, como redução da inflação e aumento dos salários e da taxa de exportações.

 

Estes foram alguns governos que marcaram a história da América Latina.

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Eu só peço a Deus

A canção Sólo le pido a Dios é da Argentina Mercedes Sosa(1935-2009). Engajada politicamente em defesa dos povos da América Latina, nos anos de 1960 a 1970, ela inovou com canções que denunciavam as injustiças sociais e a opressão política nos países latino-americanos, bem como o domínio econômico e cultural dos Estados Unidos sobre o continente. As canções de Mercedes Sosa falam de opressão e revolta, de autoritarismo e liberdade, de exploração e esperança.
A canção trata da América Latina nos anos de 1960 e 1970.

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O apartheid

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O Apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis no mundo. Ele aconteceu na África do Sul de 1948 até 1990 e durante todo esse tempo esteve ligado à política do país. A antiga Constituição sul – africana incluía artigos onde era clara a discriminação racial entre os cidadãos, mesmo os negros sendo a maioria na população.

Em 1487, quando o navegador português Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, os europeus chegaram à região da África do Sul. Nos anos seguintes, a região foi povoada por holandeses, franceses, ingleses e alemães. Os descendentes dessa minoria branca começaram a criar leis, no começo do século XX, que garantiam o seu poder sobre a população negra. Essa política de segregação racial, o apartheid, ganhou força e foi oficializado em 1948, quando o Partido Nacional, dos brancos, assumiu o poder.

O Apartheid, atingia a habitação, o emprego, a educação e os serviços públicos, pois os negros não podiam ser proprietários de terras, não tinham direito de participação na política e eram obrigados a viver em zonas residenciais separadas das zonas dos brancos. Os casamentos e relações sexuais entre pessoas de raças diferentes eram ilegais. Os negros geralmente trabalhavam nas minas, comandados por capatazes brancos e viviam em guetos miseráveis e superpovoados.

Para lutar contra essas injustiças, os negros acionaram o Congresso Nacional Africano, uma organização negra clandestina, que tinha como líder Nelson Mandela. Após o massacre de Sharpeville, o Congresso Nacional Africano optou pela luta armada contra o governo branco, o que fez com que Nelson Mandela fosse preso em 1962 e condenado à prisão perpétua. A partir daí, o apartheid tornou-se ainda mais forte e violento, chegando ao ponto de definir territórios tribais chamados Bantustões, onde os negros eram distribuídos em grupos e ficavam amontoados nessas regiões.

Com o fim do império português na África em 1975, lentamente começaram os avanços para acabar com o apartheid. A comunidade internacional e a Organização das Nações Unidas (ONU) faziam pressão pelo fim da segregação racial. Em 1991, o então presidente Frederick de Klerk condenou oficialmente o apartheid e libertou líderes políticos, entre eles Nelson Mandela.

A partir daí, outras conquistas foram obtidas, o Congresso Nacional Africano foi legalizado, De Klerk e Mandela receberam o Prêmio Nobel da Paz em 1993, uma nova Constituição não – racial passou a vigorar, os negros adquiriram direito ao voto e em 1994 foram realizadas as primeiras eleições multirraciais na África do Sul e Nelson Mandela se tornou presidente da África do Sul.

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O Terceiro Mundo: África e Ásia

  No final da Segunda Guerra Mundial, a Europa encontrava-se economicamente, financeiramente e fisicamente destruída, sendo necessária a sua reconstrução e estabilização social, econômica, financeira e política. É neste contexto que se assiste à divisão do mundo em dois blocos antagônicos capazes de oferecer apoio a uma Europa destruída – a União Soviética e os Estados Unidos, comunistas e capitalistas, respectivamente. Rapidamente os dois blocos levaram a cabo medidas no sentido de criarem uma autêntica rede de alianças de modo a alcançar a hegemonia do bloco. Assim, ofereceram planos de ajuda econômica e financeira, bem como planos de apoio militar aos países que se tornassem apoiantes dos blocos
 
AS DUAS VAGAS DE DESCOLONIZAÇÃO
 
O fim da guerra deixou à vista as fragilidades da Europa surgindo uma primeira vaga de descolonização.Até então vistos como invencíveis e inatingíveis, os países colonizadores mostravam-se incapazes de defender os seus interesses coloniais. Por outro lado, a luta contra a opressão das potências do Eixo – uma luta pela liberdade – estendeu-se pelo resto do mundo, não se restringindo à Europa. O fim da Segunda Guerra Mundial despertou os países colonizados – países sem autonomia econômica, sobre-populados, pobres, cuja população sofre de fome e inúmeras outras doenças – que se aperceberam da contradição evidente nas posições europeias que, por um lado, defendiam a liberdade contra o autoritarismo e, por outro, negavam essa mesma liberdade a outros.
 A vaga de descolonizações justifica-se ainda pelo contexto de Guerra Fria que naturalmente influenciou esta questão – ambas as potências envolvidas apoiavam a descolonização. No caso dos Estados Unidos, faziam-no por influência do seu passado histórico de luta pelos seus próprios interesses econômicos e independência e, no caso da União Soviética, faziam-no tendo em conta a ideologia marxista que remete para a revolta dos oprimidos pelos interesses econômicos capitalistas. Contudo, ambas as potências o fizeram pelo mesmo motivo – a expansão dos seus ideais. O facto de países outrora colonizados se tornarem independentes significava que estariam, agora, permeáveis às influências políticas e econômicas das potências.
 Outra justificação para este movimento reside na criação da ONU – Organização das Nações Unidas, criada no seguimento da Segunda Guerra Mundial – cujo principal princípio era o da igualdade e direito dos povos à auto-determinação.
 
A primeira vaga de descolonizações teve início em 1946, tendo abrangido o território asiático:
  • Filipinas, em 1946, controlada pelos Estados Unidos desde 1898;
  • Índia, em 1947, há muito a “ joia da Coroa” britânica, cujo território ficou dividido em dois Estados – União Indiana, primariamente hindu e o Paquistão, primariamente muçulmano – bem como o Ceilão, a Birmânia e a Malásia (caso excepcional, já que a sua boa posição estratégica causou hesitação em ceder a independência por parte da Inglaterra);
  • Declara-se a República da Indonésia em 1945, face à qual os Holandeses recorrem à força. A pressão da ONU leva a Holanda, em 1949, a reconhecer a independência da Indonésia;
  • Em 1945, a França defronta-se na Indochina com Ho Chi Minh, despoletando a Guerra da Indochina. Inicialmente vista apenas como uma revolta contra o colonialismo francês, passa a ser vista como uma tentativa de expansão dos ideais comunistas na Ásia. A França acaba por abandonar o território quando, em 1954, são vencidos. Image

Este movimento de descolonização asiático influenciou a segunda vaga de descolonização, passando esta a abranger o continente africano.

 
  • A Líbia, colocada sob a tutela da ONU, alcança a independência em 1951
  • Em 1956 Marrocos e Tunísia da França obtêm a independência 
  • No mesmo ano inicia-se com entre a França e a Argélia uma longa guerra devido à não-cedência do território por parte do milhão de colonos franceses que lá residiam. A situação da guerra finda em 1962 com a independência da Argélia ganha.

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O SURGIMENTO DO TERCEIRO MUNDO
 
Surge, assim, o Terceiro Mundo, nascido do longo processo da descolonização e incluindo as regiões mais empobrecidas e com os níveis mais elevados do globo inteiro.
 
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   Devido ao facto de ser fruto do processo de descolonização, o Terceiro Mundo dependia economicamente dos países mais ricos. A exploração colonial foi um entrave ao desenvolvimento interno desses países. Esses países mais ricos, por sua vez, continuaram a sua exploração desses países – matérias-primas, minérios, recursos agrícolas, … – através de grandes companhias multi-nacionais, em troca de produtos manufacturados. Isto contribui para o maior atraso econômico do Terceiro Mundo. Por um lado, os lucros das multi-nacionais não são aplicados aos locais onde se inserem. Por outro, enquanto que os preços dos produtos industriais sobem, o valor das matérias-primas desce. Aponta-se assim para outro tipo de exploração econômica feita pelos mais fortes aos mais ricos – o neocolonialismo. Ao contrário do colonialismo “normal”, este é feito de forma indireta, através da supremacia econômica e financeira das nações mais ricas. O neocolonialismo foi denunciado desde cedo pelos países de Terceiro Mundo.
 
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O Terceiro Mundo: África e Ásia

PARA ENTENDER…

Diversos povos da África e da Ásia lutaram contra o domínio dos países europeus e conquistaram a independência.Os resultados dessas lutas, foram vários. A índia alcançou a estabilidade política e econômica, apesar da imensa pobreza de amplos setores da população. Os países que constituem o chamado Oriente Médio enfrentaram guerras e ainda convivem com graves conflitos não resolvidos. A áfrica ainda  chora seus mortos.

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A queda do muro de Berlim

Reportagem feita pelo Jornal Nacional do dia da queda do muro de Berlim.

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A construção do muro de Berlim

A construção do muro de Berlim, dividida em Berlim Oriental e Berlim Ocidental.

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